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Pontifical Council for the Pastoral Care of Migrants and Itinerant People
ROSÁRIO
DOS MIGRANTES E DOS ITINERANTES
CIDADE DO
VATICANO
«No Rosário ecoa a nossa oração de Maria, o seu
perene Magnificat pela obra da Encarnação redentora iniciada no
seu ventre virginal. Com ele o povo cristão freqüenta a escola de Maria,
para se deixar introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e
na experiência da profundidade do seu amor. Mediante o Rosário o crente
alcança a graça em abundância como se a recebesse das mesmas mãos da mãe
do Redentor» (João Paulo II, Carta Apostólica Rosarium Virginis
Mariae [16.10.2002], L’Osservatore Romano, 26.10.2002, n. 1,
p. 9).
APRESENTAÇÃO
Quem lê as cartas de Etty Hillesum (Une vie
bouleversée, suivi de Lettres de Westerbork ed. du Seuil,
Saint-Amand-Montrond 1995, p. 263) se encontra com a descrição, no campo
de concentração nazista, de «um grupo de religiosos que avança na
penumbra entre duas barracas obscuras rezando o rosário, assim
imperturbáveis como se o estivesse recitando desfilando no claustro da
sua abadia». A visão pode bem introduzir-nos na apresentação deste
texto, o Rosário da mobilidade humana, que certamente evoca situações
freqüentemente dolorosas, se não trágicas, de refugiados, prófugos,
migrantes e nômades, e de muitas outras categorias de itinerantes.
A nova proposta de recitar o rosário,
da parte do nosso Pontifício Conselho, é responder ao apelo do Papa João
Paulo II para o ano do Rosário, que precedeu e coroou o seu XXV ano de
episcopado romano.
Para a nossa proposta de recitação nos
inspiramos àquela do Beato João XXIII que se caracteriza pela indicação
de especiais intenções pessoais a cada dezena de Ave Maria, ou mistério,
que se quer dizer. Aqui as intenções porém, abraçam os vários Setores da
solicitude pastoral confiada pelo Bispo de Roma ao nosso Pontifício
Conselho.
Para enriquecer a contemplação dos
mistérios, ilustrados da relativa citação bíblica, colocamos um breve
texto do Magistério eclesial para que se possa meditar alguns momentos.
Confiamos à Igreja, e especialmente
aos fiéis orantes, este exercício de piedade mariana, antigo e sempre
novo, que pode receber as cores resplandecentes ou terrosas das
intenções eclesiais de oração para o variegado fenômeno, cada vez mais
pronunciado no mundo contemporâneo, que é aquele da mobilidade humana.
Stephen Fumio Cardeal
Hamao, Presidente
+ Arcebispo
Agostino Marchetto,
Secretário
Breve orientação para a
recitação do S. Rosário
Inicia-se com o sinal da cruz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Amém.
Ó Deus,
vinde em meu auxílio.
Senhor
socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai
Anúncio do mistério
Depois de cada mistério (incluída a leitura do
texto bíblico, daquele magisterial e da intenção) recitar:
um Pai
nosso
dez Aves
Marias
um Glória
facultativo: Ó
meu Jesus
No final dos cinco mistérios se recita:
a Salve
Rainha
e as
Ladainhas Lauretanas
Mistérios gozosos
(segundas-feiras e sábados)
Tema geral:
Júbilo
No
primeiro mistério gozoso se contempla
O ANÚNCIO DO ANJO A MARIA
Texto bíblico
«O Anjo, disse-lhe: “... Eis que conceberás no teu
seio e darás à luz um filho, e tu o chamarás com o nome de Jesus.”» (Lc
1, 30-31).
Texto magisterial
«A ação pastoral nas suas múltiplas facetas
desenvolvida pelos grupos de Ciganos apostolicamente
empenhados, pelas Escolas de Fé e pelas
escolas da Palavra, pelos
Serviços Nacionais e Diocesanos, pelas Capelanias para os Ciganos e
enfim, pelo Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os
Itinerantes, manifesta quanto seja profundo o amor da Igreja para o povo
Cigano» (João Paulo II, Discurso ao IV Congresso Internacional da
Pastoral para os Ciganos [8.6.1995], Insegnamenti,
XVIII, I, pp. 1690-1691).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para os Ciganos, a fim
de que, conduzidos pelo exemplo de Maria, dócil à ação do Espírito
Santo, e com a ajuda dos cristãos empenhados no seu ambiente,
compreendam a sua vocação e missão na Igreja e na sociedade.
No segundo mistério gozoso se
contempla
A VISITA DE MARIA A SANTA ISABEL
Texto bíblico
«Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho para a
região montanhosa, dirigindo-se apressadamente a uma cidade de Judá.
Entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel» (Lc 1, 39-40).
Texto magisterial
«Gostaria de manifestar
a minha estima e a minha simpatia a todos àqueles que
instalam as suas “profissões” nas cidades e nas vilas, abrindo aos seus
visitadores um espaço de festa e de amizade. Fazer nascer o sorriso de
uma criança, iluminar por um instante o olhar desesperado de uma pessoa
só, e, através do espetáculo e da festa,
fazer com que os homens se aproximem uns dos outros, é a
grandeza destas profissões» (João
Paulo II, Discurso ao VI Encontro Internacional da Pastoral
para os Circenses e os Feirantes [16.12.1993], Insegnamenti,
XVI, 2, p. 1486).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, em modo particular para
os jovens do mundo dos Circos e Parques de Diversões, para que saibam
tirar do rico patrimônio artístico e cultural dos seus antepassados
aqueles tesouros que são o júbilo e a alegria, e saibam transmiti-los, a
fim de revelar a todos a beleza e a bondade de Deus que resplandece no
rosto de Cristo.
No terceiro mistério gozoso
se contempla
O NASCIMENTO DE JESUS EM BELÉM
Texto bíblico
«Enquanto lá estavam, completaram-se os dias para
o parto, e ela deu à luz o seu filho primogênito, envolveu-o com faixas
e reclinou-o numa manjedoura, porque não havia um lugar para eles na
estalagem» (Lc 2, 6-7).
Texto magisterial
«Gostaria de acrescentar aqui uma observação, que
deve ser considerada cuidadosamente em relação às exigências e ao papel
dos estudantes estrangeiros ... para encontrar uma solução.
Essa parece que se deve procurar numa política que
aja sobre as causas das migrações nos próprios países de proveniência.
Na origem do problema está de fato a miséria daquelas populações. Os
estudantes que têm aperfeiçoado os seus estudos no exterior, graças à
sua preparação profissional, podem oferecer recursos para ajudar o país
a libertar-se das dificuldades, da miséria, e do subdesenvolvimento.
Investir sobre a sua formação é portanto uma das formas de cooperação
que se deve privilegiar» (João
Paulo II, Mensagem ao I Congresso dos Estudantes Estrangeiros
[16.9.1996], nn. 3 e 4, Insegnamenti, XIX, 2, pp. 365-366.
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para todos os Estudantes
que continuam os seus estudos num país estrangeiro, a fim de que
experimentem aquela acolhida fraterna que os ajudem a conseguir uma
integração humana e cristã, em benefício também das próprias Nações de
origem.
No quarto mistério gozoso
se contempla
A APRESENTAÇÃO DE JESUS AO TEMPLO
Texto bíblico
«Quando se completaram os dias ... levaram-no a
Jerusalém a fim de apresentá-lo ao Senhor, conforme está escrito na Lei
do Senhor ... E havia em Jerusalém um homem chamado Simeão que era justo
e piedoso ... Movido pelo Espírito, ele veio ao Templo, e quando os pais
trouxeram o menino Jesus ... ele o tomou nos braços e bendisse a Deus» (Lc
2, 22. 23. 25. 27-28).
Texto magisterial
«É dever dos Cristãos esforçar-se para garantir
que, nesta nova era de preconceitos ideológicos e interesses egoísticos,
se abra o caminho de uma genuína solidariedade entre os povos e as
nações. Encorajo, portanto, o Apostolado do Mar a renovar os seus
esforços em favor das necessidades espirituais de quantos fazem parte do
mundo marítimo, e que precisam de sinais e testemunhos da presença de
Deus nas suas vidas, marcadas por longos períodos de tempo longe das
próprias famílias» (João Paulo
II, Mensagem ao XXI Congresso Mundial do Apostolado do Mar
[29.9.2002], in People on the Move, Suplemento N. 90, p. 35).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para a Gente do Mar de
diferentes nacionalidades, línguas, culturas e religiões, a fim de que o
seu encontro a bordo dos navios ou nos portos seja um reencontrar-se
entre irmãos e irmãs, como filhos do único Deus, e uma celebração da
riqueza dos dons do Altíssimo para cada pessoa. Que o encontro, guiado
pelo Espírito Santo, possa levar à alegria descoberta pela presença, no
meio deles, de Cristo Redentor, Luz do mundo.
No quinto mistério gozoso
se contempla
A PERDA E O ENCONTRO DE JESUS NO
TEMPLO
Texto bíblico
«Três dias depois (os pais) o encontraram no
Templo, sentado em meio aos doutores, ouvindo-os e interrogando-os ...
“Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu,
aflitos, te procurávamos”. Ele respondeu: “Por que me procuráveis? Não
sabíeis que devo estar na casa de meu Pai”?» (Lc 2, 46, 48-49).
Texto magisterial
«Jesus Cristo entra em cena na história como “o
Caminho, a Verdade e a Vida” e desde o início insere-se no caminho da
humanidade e do seu povo, “unindo-se em certo modo a cada homem”...
Ainda pequenino, Jesus é peregrino ao templo de Sião para ser oferecido
ao Senhor; quando se tornou jovem, com
Maria e José dirige-se à “casa do seu Pai”. O seu ministério público,
que se desenvolve pelos caminhos da sua pátria, lentamente configura-se
como uma peregrinação rumo a Jerusalém, que sobretudo Lucas delineia no
coração do seu evangelho como uma grande viagem, que tem por meta não só
a cruz mas também a glória da Páscoa e da Ascensão» (Pontifício
Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, A
peregrinação no Grande Jubileu de 2002 [25.4.1998], n. 9).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, a fim de que a prática
religiosa da peregrinação, vivida como uma experiência de fé na oração e
de encontro com Deus nos sacramentos, possa suscitar nos corações dos
fiéis gestos de caridade fraterna e dispor a um renovado empenho para o
Senhor e para os irmãos no caminho cotidiano da vida.
Mistérios da Luz
(quintas-feiras)
Tema geral:
Jesus se revela
No primeiro mistério da luz se
contempla
O BATISMO DE JESUS NO RIO JORDÃO
Texto bíblico
«Aconteceu, naqueles dias, que Jesus veio de
Nazaré da Galiléia e foi batizado por João no rio Jordão. E, logo ao
subir da água, ele viu os céus se rasgando e o Espírito, como uma pomba,
descer até ele, e uma voz veio dos céus: “Tu és o meu filho amado, em ti
me comprazo”» (Mc 1,9-11).
Texto magisterial
«Vos encontrastes (vós Agentes da Pastoral a favor
dos Ciganos) para rezar, para conhecer melhor Jesus Cristo, a Sua
palavra, a Sua obra e para participar nesta Palavra e nesta obra de
Cristo. Porque é uma palavra viva, uma palavra que forma a nossa vida» (João
Paulo II, Discurso ao 2º Congresso Internacional
para a Pastoral dos Nômades [16.9.1980], On the Move, n. 31,
p. 31).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para todos aqueles que
se ocupam da promoção social e espiritual dos Ciganos, a fim de que,
sustentados pela graça de Deus, saibam orientar estes irmãos a tomar
plena consciência da sua dignidade de filhos de Deus, ajudando-os a
tornarem-se mensageiros da Boa Nova do Reino de Deus.
No segundo mistério da luz se
contempla
Jesus que revela a sua natureza nas bodas de caná
Texto bíblico
«Esse princípio dos sinais Jesus o fez em Caná da
Galiléia e manifestou a sua glória e os seus discípulos creram nele» (Jo
2, 11).
Texto magisterial
«No vosso longo caminho (de circenses) pelas
estradas de tantas Regiões e de tantas Nações, continuem levando, aos
pequenos e aos grandes, a vossa típica mensagem de solidariedade, de
bondade, de alegria, de honestidade, lembrando a todos que – segundo o
convite da Sagrada Escritura – devemos sempre servir o Senhor na alegria
(cf. Ps. 99 [100], 2) também a custo de sacrifício pessoal» (João
Paulo II, Udiência Geral [4.2.1981], Insegnamenti,
IV, 1, p. 230).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para aqueles que possuem
o dom de comunicar a alegria através da arte, sobretudo para os
circenses, os pintores de imagens religiosas e os que divertem as
crianças nos carrosséis em parques de diversões, a fim de que saibam
desfrutar com sabedoria a riqueza dos seus talentos, para construir com
esses uma cultura de solidariedade e de paz nas sociedades ameaçadas
pelo egoísmo e pelo ódio.
No terceiro mistério da luz se
contempla
Jesus que anuncia o reino de deus e convida à conversão
texto
bíblico
«Depois que João foi preso, veio Jesus para a
Galiléia proclamando o Evangelho de Deus: “Cumpriu-se o tempo e o Reino
de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho”» (Mc
1, 14-15).
Texto magisterial
«O Dia Mundial do Refugiado ... evidencia a
urgente solidariedade com milhões de pessoas que vivem a difícil
condição de refugiados e prófugos. Infelizmente, nos últimos anos este
flagelo difundiu-se: conseqüentemente aumenta a necessidade de proteção
internacional, mas crescem também os países que tendem a limitá-la.
Enquanto formulo votos para que em toda parte sejam eliminadas as causas
das migrações forçadas, convido a renovar os esforços para que aos
refugiados nunca faltem a justa compreensão e a necessária assistência»
(João Paulo II, Angelus,
L’Osservatore Romano, 23.6.2001, p. 1).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para as numerosas
pessoas que chegam nos nossos países à procura de refúgio, fugindo da
guerra, da violência, do perigo de vida, da privação dos direitos e dos
bens fundamentais, o primeiro entre todos a liberdade, a fim de que
possam encontrar acolhida nas nossas instituições e, sobretudo,
esperança.
No quarto mistério da luz se
contempla
a
trANSfiguração de jesus
texto
bíblico
«Mais ou menos oito dias depois ... (Jesus)
tomando consigo a Pedro, João e Tiago, subiu à montanha para orar.
Enquanto orava, o aspecto do seu rosto se alterou, suas vestes
tornaram-se de fulgurante brancura. E eis que dois homens conversaram
com ele: eram Moisés e Elias que, aparecendo envoltos em glória, falavam
de sua partida que iria se consumar em Jerusalém» (Lc 9, 28-31).
Texto magisterial
«Elevemos portanto, ainda uma vez, firmemente a
nossa voz para convidar e exortar todos os homens de boa vontade a fim
de que contribuam a fazer com que o costume civil e cristão, inspirado
nos valores do Evangelho, na fraternidade, na gentileza, no mútuo
respeito, na ajuda recíproca, penetre profundamente e se torne
finalmente visível, também neste setor (do trânsito
estradal), submetido, como
qualquer outro da vida humana, às precisas normas da Lei de Deus e da
consciência moral» (Paulo
VI, Discurso à Assembléia Geral do Automóvel Club de Itália
[30.11.1972], Insegnamenti, X, pp. 1221 e 1222).
intenção
Rezemos, nesta dezena, para todos os usuários
da estrada, condutores e pedestres, a fim de que saibam santificar-se
cotidianamente na direção e ter um comportamento responsável, vendo no
outro um irmão, um companheiro de caminho.
No quinto mistério da luz se
contempla
JESUS QUE INSTITUI A EUCARISTIA
Texto bíblico
«Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus
tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu
corpo, que é para vós, fazei isto em memória de mim”. Do mesmo modo,
após a ceia, também tomou o cálice, dizendo: “Este cálice é a nova
Aliança em meu sangue; todas as vezes que dele beberdes, fazei-o em
memória de mim» (I Cor 11, 23-25).
Texto magisterial
« ... Na celebração eucarística, fulcro de cada
comunidade eclesial, a acolhida oferecida ao visitador encontra a sua
expressão mais profunda. Nessa a comunidade vive a própria união com
Cristo ressuscitado, constrói a sua unidade com os irmãos e oferece o
testemunho explícito de que a comunhão vai além dos vínculos de sangue e
de cultura. A universalidade da Igreja convocada pelo Salvador ressoa
com força particular neste encontro de irmãos provenientes de lugares
tão diferentes, unidos numa oração proclamada em diversas línguas » (Pontifício
Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes,
Orientações para a Pastoral do Turismo [29.6.2002], n. 19).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, a fim de que as
comunidades cristãs, e os turistas que estas recebem, saibam acolher-se
uns aos outros para celebrar juntos o único sacrifício do Senhor, assim
como “os grãos dispersos se tornam um só pão”.
Mistérios Dolorosos
(terças e sextas-feiras)
Tema geral:
Sofrimento redentor
No primeiro mistério doloroso se
contempla
A ORAÇÃO DE JESUS NO HORTO
Texto bíblico
«Ele saiu e, como de costume, dirigiu-se ao monte
das Oliveiras. Os discípulos o acompanharam. Chegando ao lugar,
disse-lhes: “Orai para não entrardes em tentação”. E afastou-se deles
... e, dobrando os joelhos, orava: “Pai, se queres, afasta de mim este
cálice! Contudo, não a minha vontade, mas a tua seja feita!”» (Lc
22, 39-42).
Texto magisterial
«A Igreja é por sua natureza solidária com o mundo
dos migrantes que, com a sua variedade de idiomas, raças, culturas e
costumes, lhes recordam a sua condição de povo peregrinante de todas as
partes da terra, rumo à Pátria definitiva. Esta perspectiva ajuda os
cristãos a abandonar toda a lógica nacionalista e a subtrair-se às
angustas esquematizações ideológicas. Ela recorda-lhes que o Evangelho
deve encarnar-se na vida a fim de se tornar fermento e alma, graças
também ao constante empenho de o libertar daquelas incrustações
culturais que obstam o seu íntimo dinamismo» (João
Paulo II, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do
Refugiado [2.2.1999], Insegnamenti, XXII, 1, p. 305).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, a fim de que a Igreja
realize a exortação de Jesus de vigiar, rezar e reconhecer o migrante n’Ele
agonizante no Getsemani da história e, em comunhão com os Organismos da
sociedade civil, a Igreja possa encontrar as respostas mais adequadas
para melhorar a qualidade da vida, humana e cristã, dos migrantes e dos
refugiados.
No segundo mistério doloroso se
contempla
A FLAGELAÇÃO DE JESUS
à COLUNA
Texto bíblico
«Pilatos, então, tomou Jesus e o mandou flagelar.
Os soldados, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-na em sua cabeça e
jogaram sobre ele um manto de púrpura. Aproximando-se dele, diziam:
“Salve, rei dos judeus!” E o esbofeteavam» (Jo 19, 1-3).
Texto magisterial
«À luz do universal horizonte de comunhão,
ressalta como grave ofensa a Deus e ao homem as situações nas quais
pessoas ou grupos humanos são obrigados a fugir da própria terra para
procurar refúgio em outra parte» (João
Paulo II, Angelus [15.6.2003], L’Osservatore Romano,
21.6.2003, p. 1).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, a fim de que o Senhor
nos ilumine e nos ajude a compreender que os graves sofrimentos dos
quais são vítimas os refugiados e os deslocados constituem uma falência
da comunidade humana, provocada possivelmente, também, pela nossa
indiferença e por não sentirmos a responsabilidade de um comum empenho a
procurar os modos para fazer cessar este inaceitável drama.
No terceiro mistério doloroso se
contempla
JESUS COROADO DE ESPINHOS
Texto bíblico
«Em seguida, os soldados do governador, levando
Jesus para o Pretório, reuniram contra ele toda a coorte. Despiram-no e
puseram-lhe uma capa escarlate. Depois, tecendo uma coroa de espinhos,
puseram-na em sua cabeça» (Mt 27, 27-29).
Texto magisterial
«Num tempo no qual por vários motivos muitas
pessoas atravessam as fronteiras à procura de asilo e de uma nova vida,
os Capelães de aeroportos podem oferecer àqueles que são desenraizados
das suas casas e de tudo o que lhe é familiar aquele conforto e aquela
compreensão das quais tanto precisam» (João
Paulo II, Mensagem ao 3º Encontro Europeu dos
Capelães da Aviação Civil [14.5.2001], Atti, p. 7).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para os Capelães e os
Agentes pastorais dos Aeroportos, para que com a sua presença vigilante
e caridosa exprimam no ambiente dos aeroportos, a materna solicitude da
Igreja com os que estão de passagem ou ali trabalham, especialmente com
quem precisa de ajuda e conforto.
No quarto mistério doloroso se
contempla
JESUS QUE SOBE O CAMINHO DO
CALVÁRIO CARREGANDO A CRUZ
Texto bíblico
«Então Pilatos o entregou para ser crucificado.
Eles tomaram a Jesus. E ele saiu, carregando a sua cruz, e chegou ao
chamado “Lugar da Caveira” em hebraico chamado Gólgota» (Jo 19,
16-17).
Texto magisterial
«Talvez não é verdade que nunca foi alcançada como
nestes nossos tempos, esta perfeição de meios eficazes e expedidos
ao prosseguimento deste viajar sobre as vias da terra, do mar e dos
céus? Mas é também outro tanto freqüente e doloroso o dever de constatar
que o drama de viajar termina em tragédia de morte e de choro. De fato
estão diante de nós as estatísticas impressionantes dos mortos e dos
feridos pelos acidentes da estrada, assim a ponto de quase alcançar
numericamente os desastres das guerras do tempo passado» (João
XXIII, O respeito da vida humana fundamento de eficaz disciplina
estradal [9.8.1961], Discursos, III, p. 382).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, por todos aqueles que,
direta ou indiretamente, foram vítimas de um acidente estradal, a fim de
que a dor sofrida tenha sentido de redenção, e se transforme em empenho
e responsabilidade estradal, a fim de evitar futuros sofrimentos.
No quinto mistério doloroso se
contempla
A MORTE DE JESUS NA CRUZ
Texto bíblico
«À hora sexta, houve trevas sobre toda a terra,
até a hora nona. E, à hora nona, Jesus ... deu um grande grito, expirou
... O centurião, que se achava bem defronte dele, vendo que havia
expirado desse modo disse: “verdadeiramente este homem era Filho de
Deus!”» (Mc 15, 33-34. 37. 39).
Texto magisterial
«Mas a estrada de Jesus não termina sobre a colina
chamada Gólgota. A peregrinação terrena de Cristo abre-se para o
infinito e o mistério de Deus, para além da morte. Sobre o monte da
Ascensão representa-se a etapa definitiva da sua peregrinação. O Senhor
ressuscitado e elevado ao Céu, enquanto promete retornar, caminha em
direção da casa do Pai para nos preparar um lugar, para que onde Ele
estiver também nós estejamos com Ele. Com efeito, Ele resume a sua
missão assim: “Saí do Pai e vim ao mundo; agora deixo novamente o
mundo, e vou para o Pai ... Pai, quero que aqueles que Me deste, onde Eu
estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória”» (Pontifício
Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, A
peregrinação no Grande Jubileu de 2000 [25.4.1998], n. 10).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, a fim de que a piedosa
prática da peregrinação disponha o ânimo ao sincero reconhecimento das
próprias culpas, suscite sentimentos de compreensão para as fraquezas
dos outros, inspire gestos concretos de fraterna solidariedade e reforce
o empenho na fé.
Mistérios Gloriosos
(quartas-feiras e domingos)
Tema geral:
Glória
No primeiro mistério glorioso se
contempla
A RESSURREIÇÃO DE JESUS
Texto bíblico
«Eles [os anjos] disseram: “Por que procurais
Aquele que vive, entre os mortos? Ele não está aqui; ressuscitou.
Lembrai-vos de como vos falou, quando ainda estava na Galiléia. “É
preciso que o Filho do Homem seja entregue às mãos dos pecadores, seja
crucificado, e ressuscite ao terceiro dia”» (Lc 24, 5-8).
Texto magisterial
«O desenvolvimento técnico-econômico, as mudanças
de relacionamentos dos cidadãos e das nações, as relações cada vez mais
amplas e freqüentes de interdependência, a busca de novas perspectivas
econômicas, o movimento em ordem a favorecer uma maior união da família
humana e o incremento obtido hoje pelos meios de comunicação, abriram
horizontes mais vastos e introduziram formas novas em relação à situação
de outrora ... Promovendo o recíproco conhecimento e a colaboração
internacional, a hodierna mobilidade humana impulsiona para a unidade e
consolida o relacionamento de fraternidade entre os povos, para o qual
cada um dá e recebe simultaneamente do outro» (João
Paulo II, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do
Refugiado [10.9.1989], Insegnamenti, XII, 2, pp. 492-493).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, a fim de que a Igreja,
que nasce de Cristo morto e ressuscitado, promova um amplo movimento de
solidariedade para todos os migrantes e faça crescer comunidades vivas
nas quais Cristo ressuscitado se manifeste no seu amor para os irmãos e
as irmãs de cada etnia, cultura e religião.
No segundo mistério glorioso se
contempla
A ASCENSÃO DE JESUS AO CÉU
Texto bíblico
« Ora, o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado,
foi arrebatado ao céu e sentou-se à direita de Deus. E eles saíram a
pregar por toda parte, agindo com eles o Senhor, e confirmando a Palavra
por meio dos sinais que os acompanhavam » (Mc 16, 19-20).
Texto magisterial
« “A Páscoa possui e confere a liberdade que anima
o tempo livre como seu princípio mais íntimo” e este, por sua vez,
“deverá permitir ao homem ... de realizar o autêntico humanismo ...
aquele do homem pascoal”. Para o cristão, portanto,
o turismo entra plenamente no dinamismo pascoal da renovação: é
celebração do dom recebido, é viagem do encontro rumo a outras pessoas
com as quais celebrar a alegria da salvação, é tempo de partilhar na
ação solidária que nos aproxima à restauração de todas as coisas em
Cristo » (Pontifício Conselho da
Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, Orientações para
a Pastoral do Turismo [29.6.2001], n. 16).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, a fim de que a atividade
turística seja cada vez mais um instrumento eficaz para a promoção do
crescimento pessoal e social das pessoas e de todos os povos, para o
consolidar-se da participação e da cooperação entre as Nações, as
culturas e as religiões.
No terceiro mistério se
contempla
A DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO SOBRE
MARIA E OS APÓSTOLOS
Texto bíblico
«Tendo-se completado o dia de Pentecostes, estavam
todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído como o
agitar-se de um vendaval impetuoso, que encheu toda a casa onde se
encontravam. Apareceram-lhes, então, línguas como de fogo, que se
repartiam e que pousaram sobre cada um deles. E todos ficaram repletos
do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito
lhes concedia se exprimissem» (Atos 2, 1-4).
Texto magisterial
«É importante que os estudantes (estrangeiros)
tomem consciência das responsabilidades que têm nos confrontos da
sua Pátria. Nas suas mãos está uma das chaves do seu desenvolvimento: não
se fogem a tais responsabilidades! Não privem a sua Pátria das
competências que adquiriram como médicos, engenheiros, agrônomos,
expertos num e noutro campo da vida social. Como cristãos, esses não
podem não sentir o empenho de fazer uma escolha evangélica de serviço
aos pobres, tornado-se assim pedras vivas da comunidade que os têm
gerados à fé. Nesta perspectiva esses atenderão
com diligência ao próprio aperfeiçoamento cultural e à formação
espiritual, para serem agentes de paz e mensageiros de um mundo mais
unido, mais reconciliado e mais livre» (João
Paulo II, Mensagem ao 1º Congresso dos
Estudantes Estrangeiros [16.9.1996], n. 4, Insegnamenti, XIX,
2, p. 366).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para os estudantes que
completam os estudos longe da sua pátria, a fim de que se preparem
cristã e academicamente para o seu futuro, com o objetivo de dar
outrossim uma contribuição eficaz ao desenvolvimento dos seus países de
origem.
No quarto mistério glorioso se
contempla
A ASSUNÇÃO DE MARIA SANTÍSSIMA AO
CÉU
Texto bíblico
«Cristo ressuscitou dos mortos ... assim como
todos morrem em Adão, em Cristo todos receberão a vida. Cada um, porém,
em sua ordem ... O último inimigo a ser destruído será a morte ...
Assim, irmãos bem amados, sede firmes, inabaláveis, fazei incessantes
progressos na obra do Senhor, cientes de que a vossa fadiga não é vã no
Senhor» (I Cor 15, 20. 22. 26. 58).
Texto magisterial
«Escreveu Santo Agostinho: “Contemplo a grandeza
do mar que está ao redor, me admiro; procuro o autor” (Homilia sobre o
Salmo 41, 7). Estas palavras sintetizam a atitude do cristão diante da
criação, grande dom de Deus à humanidade, e especialmente diante à
grandiosidade e à beleza do mar... É importante não deixar faltar para
os que fazem parte da grande família do mar um suporte espiritual. Seja
oferecida para eles a oportunidade de encontrar Deus e de descobrir n’Ele
o verdadeiro sentido da vida. É dever dos cristãos testemunhar que os
homens e as mulheres são chamados a viver em toda parte uma “humanidade
nova”, reconciliada com Deus» (João
Paulo II, Discurso aos Participantes na Plenária do Pontifício
Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes [29.4.2002],
L’Osservatore Romano, 29-30.4.2002, p. 5).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para os marítimos e para
as suas famílias, para os armadores marítimos, e para todos aqueles que
trabalham no mundo do mar, a fim de que, no desenvolvimento da sua
atividade, não se deixem «consumar pelos interesses e preocupações
materiais», nem dominar pela incerteza, ânsia e solidão, mas procurem
segurança no coração amável de Maria, Assunta ao Céu.
No quinto mistério glorioso se
contempla
A COROAÇÃO DE MARIA SANTÍSSIMA E A
GLÓRIA DOS ANJOS E DOS SANTOS
Texto bíblico
«Um sinal grandioso apareceu no céu: uma Mulher
vestida com o sol, tendo a lua sob os pés e sobre a cabeça uma coroa de
doze estrelas» (Ap 12, 1).
Texto magisterial
«Maria é a humilde serva do Senhor que, como
oportunamente lembra o Concílio Vaticano II, brilha agora sobre a terra
“como sinal da esperança segura e do conforto para o povo de Deus em
peregrinação, até que chegue o dia do Senhor”(Lumen Gentium, 68)
... Veneramos Maria sob o título de Nossa Senhora de Loreto, padroeira e
protetora das ‘pessoas em vôo’. A invocamos para que vele sobre as
atividades, às vezes perigosas e pesadas, do trabalho vosso e de todos
aqueles que a vários títulos contribuem para o bom funcionamento dos
serviços nos aeroportos. Proteja-vos a Virgem Maria ... A ela
voltamos ainda o nosso pensamento. Maria é o caminho de Cristo, o
caminho para Cristo, é a esperança e o sustento da nossa existência» (João
Paulo II, Homilia durante a Celebração Eucarística no
Aeroporto «Leonardo da Vinci» [10.12.1991], Insegnamenti,
XIV, 2, pp. 1354-1356).
Intenção
Rezemos, nesta dezena, para todos aqueles que
estão empenhados nos Aeroportos, «encruzilhada da humanidade no
caminho», a fim de que, com a ajuda dos Capelães ali presentes,
compreendam a importância de desenvolver o seu serviço com desvelo, em
espírito de abertura e compreensão da diversidade, tornando assim
tangível e imediato o sentido da universalidade da Igreja.
Salve Rainha
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida, doçura e
esperança nossa, Salve! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva; a
vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois,
advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e
depois deste desterro mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre.
ó clemente, ó piedosa, ó
doce Virgem Maria.
Ladainha Lauretana
Senhor,
tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós
Cristo,
tende piedade de nós Cristo,
tende piedade de nós
Senhor,
tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós
Cristo,
ouvi-nos Cristo,
ouvi-nos
Cristo
atendei-nos
Cristo atendei-nos
Pai do
Céu, que sois Deus tende piedade de nós
Filho,
Redentor do mundo,
que sois
Deus
“
Espírito
Santo, que sois Deus
“
Santíssima
Trindade, que sois um só Deus “
Santa
Maria
Rogai por nós
Santa Mãe
de Deus “
Santa
Virgem das Virgens
“
Mãe de
Cristo
“
Mãe da
Igreja
“
Mãe da
Divina
Graça “
Mãe
puríssima
“
Mãe
castíssima
“
Mãe sempre
Virgem
“
Mãe
imaculada
“
Mãe digna
de amor
“
Mãe
admirável
“
Mãe do bom
conselho
“
Mãe do
Criador
“
Mãe do
Salvador
“
Virgem
prudentíssima
“
Virgem
venerável
“
Virgem
louvável
“
Virgem
poderosa
“
Virgem
clemente
“
Virgem
fiel
“
Espelho de
perfeição “
Sede da
sabedoria
“
Causa da
nossa alegria
“
Templo do
Espírito Santo “
Tabernáculo de eterna
glória “
Morada
consagrada a Deus “
Rosa
mística
“
Torre de
David
“
Torre de
Marfim
“
Casa de
ouro
“
Arca da
Aliança
“
Porta do
Céu
“
Estrela da
manhã
“
[Estrela
do
mar]
“
Saúde dos
enfermos “
Refúgio
dos pecadores
“
Consoladora dos
aflitos “
Auxílio
dos
cristãos
“
Rainha dos
Anjos
“
Rainha dos
Patriarcas “
Rainha dos
Profetas
“
Rainha dos
Apóstolos “
Rainha dos
mártires
“
Rainha dos
Confessores da fé
“
Rainha das
Virgens
“
Rainha de
todos os Santos “
Rainha
concebida sem pecado
“
Rainha
elevada ao Céu
“
Rainha do
Santíssimo Rosário
“
Rainha da
família
“
Rainha da
paz
“
Cordeiro
de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Rogai por
nós, Santa Mãe de Deus. Para que sejamos dignos das promessas de
Cristo.
Oremos
Concedei Senhor, aos vossos servos a saúde da alma
e do corpo e, por intercessão de Maria Santíssima, sempre Virgem,
livrai-nos das tristezas deste mundo e dai-nos as alegrias da vida do
céu.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na
unidade do Espírito Santo. Amém.
Pai nosso
Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim
na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos
as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e
não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
Ave Maria
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco;
bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre,
Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na
hora da nossa morte. Amém.
Glória
Glória ao
Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era
no princípio, agora e sempre, nos séculos dos séculos. Amém.
Ó meu
Jesus (oração facultativa)
Ó meu
Jesus, perdoai as nossas culpas, livrai-nos do fogo do inferno, levai as
almas todas para o céu, principalmente as que mais precisarem.
Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes
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